sábado, 28 de dezembro de 2013

Rapariga Apaixonante

Que tão brilhante olhar traria
Uma mala a pedido de favor.
Cabelo dourado que enfeitiçaria
A necessidade duma conversa em clamor.

Uma afirmação amigável
De que estarias interessada em mim!
Uma visão afável
De que serias a minha flor de jasmim.

Tentativas de te captar,
Furadas por falta de criatividade!
Mas a tua beleza nunca me fez desabar,
E espero conseguir-te fazer voar.

O teu sorriso lindo,
Conjugado com o teu olhar cativante,
Vão conseguindo
Aproximar-me de uma rapariga apaixonante!

ST *

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Negro Livro

Pensava que tudo o que me olhava

Eram apenas olhos que outrora

Me rasgariam sonhos, página que virava

A tarde e má hora.


Que Negro Livro, sem limite de páginas,

Bem grande vai, sem fim à vista.

Pequenas folhas mínimas,

Relatam uma e outra conquista!


Sê o inicio da ultima paginação!

Sê as ilustrações que ninguém

Conseguiu desenhar no meu coração.

Sê o aqui e não o além.


Grava no Negro Livro a fotografia

Que gravo a cada pose tua.

Sê a maioritária caligrafia,

E não o rascunho que tão bem actua.


Conta a história de uma praia só nossa…

Onde tão bem me sinto contigo!

Sê à vista um barco sem moça

Mesmo antigo.


Praia deserta de maldade!

Grãos de areia que mais pareciam

Corações cheios de felicidade,

Que na fria água padeciam.


Formações de rochas torcidas,

Que bem me lembram o meu

Negro Livro com páginas aborrecidas,

Muito parecido ao teu.


Quero ser o Novo Testamento

De uma Bíblia escrita por má gente,

Quero ser do teu Negro livro o talento

Que te não mente!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Decorei-te ao Pormenor!

Sem vontade…

Voltou a merda que me não larga!

Que mal tem tudo contra a bondade?

Esta doença que já amarga.


Mais que expanda os meus ideais,

Mais me não sejam leais.

Que íman tenho a injustiças predominantes!

Que mais perca pessoas importantes!


Estava agarrado à felicidade…

Tudo parecia perfeito como o teu sorriso!

Que momentos de grandiosidade

Me tornaram conciso…


Mais facadas levarei…

Menos vontade terei!

Sinto-me fraco de poderes,

Enquanto o meu passado ergueres.


Esta sina que tende em perseguição,

Que perspicaz me atravessa o coração.

Não me abandones, não sejas uma passagem,

Sê o real e não uma miragem.


Tanto te olhei,

Tanto te abracei,

Tanto te beijei,

Tanto te toquei,

Tanto te acarinhei,

Tanto te apoiei…

Tanto te decorei!

Que se soubesse desenhar

Te saberia para o papel passar!

Sem usar borracha uma única vez.

Vem o teu coração querendo tudo apagar de vez…


Quero ser o teu pilar,

O teu escudo.

Quero-te ainda mais decorar

Até a tua beleza me deixar mudo!


Não faças de mim o que não sou…

Não me apontes o que me custou!

Cada vez mais me dediquei

Até que a ti me apeguei!


Não sejas o fim de sorrisos!

Sê o fim deste choro!

O meu coração não aguenta sonhos imprecisos

Nem palavras em desaforo…

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Desisto

Começou tão bem…
Sem esperança além!
Não escrevia há muito, não por vontade
Ou falta dela! Mas por pensar…
Pensar que tão mal faz!
Ao longe irmandade
Que me faz chorar!
Mais uma lágrima aqui jaz.

Que mal sinto,
Que nada sinto…
Ou muito sinto.
Nem sei o que sinto!

Fugir…
Rugir…
Partir…
Seja de pedra o teu coração
Para te perceber!
Seja de novo a merda que me sinto.
Se abra o porão…
Se abra para te compreender.
Morra se minto,
Morra se me é indiferente
Quando me és diferente!

Às vezes é preciso morrer
E reviver tudo…
Às vezes é preciso esquecer
E do nada me tornar mudo!

Raio parta sentimentos,
Raio traga mantimentos.
Parto tudo e parto para lado nenhum.
Sonhos que perdi, sem ter nem um.

Persegue-me tu oh sombra!
Sim tu… escura e assombrada.
De mim nada sobra,
A não ser a alma pasmada.

Sim tu… Olha-me e despreza.
Sim tu que eu adoro.
Sim a mim que meto vergonha,
Sim a mim que nada preza.
A mim que em lado nenhum moro,
Onde a vontade é medonha!

Mais do que tu quero…
E nem me esmero!

Ficar num banco estranho,
Mesmo ao lado de ti!
Mesmo ao lado do teu cheiro,
Do teu respirar,
Do teu abraço,
Do teu beijo.
Do teu desprezo!

Aqui estou…
A todos me dou!
Sofro por sofrer
E choro por não te ter!

Desilusão… Chamo por ti sem reacção.
Desprezas sentimentos visíveis…
Esqueces momentos afáveis!
E fechas na cara a porta sem coração.

Desisto de tudo e de nada.
Desisto de te ter.
Desisto de te tentar perceber.
Desisto de não te ver magoada!

Como eu gostava de te compreender…
Como eu gostava de te ter!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Horas Decadentes

Abraço imundo
Que se esbate nos meus ombros!
Triste mundo
Que mais parece escombros.

Braços abertos cheios de sentimento.
Nega bem-vinda sem razão óbvia.
É mais um chamamento
Que agora não vê, mas antes ouvia!

Palavras demais ditas, extensas…
Que dizes abusivas ou exageradas!
Não sei o que pensas,
Ou que metas definiste conquistadas!

Mostra-me… nem diz-me peço!
Sente-me e ouve.
Coloca acção naquilo que não meço,
Torna especial aquilo que houve.

Define partidas, sem pensar em metas!
Quando quase chega o fim tornas horas quietas.
Como pode ser o futuro risonho…?
Se o presente continua um sonho!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Guerra Fria

Carregar armas,
Reunir munições.
Conflitos que armas
Sem justificações.

À espera de tomadas de partida.
À espera de alianças ao longe vistas.
Terreno que não conquistas
Sem uma única vitória conseguida.

Liga o radar…!
Binóculos ao peito.
Não te tentes armar,
Nem conseguir um feito.

Por enquanto em paz…
Sempre de mira no alvo!
Mas não és capaz
De te ver salvo.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Tenho o defeito de ser quem sou

Sentir-te…
Seguir-te…
Pensar
E repensar!
Tocar-te…
Olhar-te…
Esperando
Um sinal!
Sinto-me…
Olho-me…
Explorando
Todo o mal!

Só tu me fazes sentir grandioso,
Só tu me fazes mudar.
És tu que afastas o odioso
Passado que me faz penar.

Sonho com o toque dos teus lábios…
Com o toque de nariz em briga…
Com os teus sussurros sábios…
Com o calor da tua barriga!
Luto pelo teu abraço.
Por estares a meu lado.
Por ser criado aquele laço
Que nunca será apagado.

Desculpa ser eu:
Simples e confuso…
Demorado porque se esqueceu…
Ter inteligência que não uso…
Bruto quando é necessitada calma…
Calmo quando te venero a alma.

A única qualidade que vejo em mim crescer
É ter dedos para escrever,
Mãos para te sentir
Olhos para te perseguir,
Cabeça para em ti pensar
E coração para te amar.

Faço por ser perfeito…
Mas não o sou.
Tenho o defeito
De ser quem sou.

Enigma

Tudo me parece agora um enigma!
Um enigma que me dás a desvendar.
Ou irá ser tudo isto um estigma?!
Como tantos outros que me fizeram escaldar.

Estou determinado a juntar as peças,
Mas parecem estar muitas perdidas.
Tantas soluções na minha mente impressas,
E tantas outras refundidas.

Tenho medo de ter apenas uma oportunidade.
Escolher entre tanta peça mista
E falhar a nossa afinidade.
Se me desses pelo menos mais uma pista…!

Vou até ao infinito sem desistir!
Tenho garra e confiança nos meus sentimentos
Para lutar e conseguir…
Mesmo sem mantimentos.

És tu que vives no meu ego.
A tudo o resto sou um cego!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sou o teu Alcedo Attis e tu o meu rio!

Aquele sentimento de liberdade…
De visão completa e real.
O poder de possuir felicidade
E para sempre ser leal.

Como um Alcedo Attis, que te sobrevoa
Dia e noite, mesmo a dormir!
Que te protege da névoa…
Que nunca irá desistir!

Cada cor sua demonstrativa
De alegria por te ver.
Cada piar dele que te cativa
Desejando o teu carinho receber.

Alcedo Attis que de longe te observa,
Sem encontrar defeitos.
Alcedo Attis que o seu amor conserva,
Esquecendo passados ninhos desfeitos.

Rodopiando por ti, batendo
As asas da sua paixão.
Vergonha que se vai perdendo
Pensando numa aproximação.

Esperando que um dia nele repares…
E cair hipnotizado na tua mão.
Pedindo para o fotografares
Para sempre no teu coração.

(Posso não saber cantar
Como o Martim nos Idolos cantou.
Mas pelo menos posso tentar-te encantar
Como nunca ninguém te encantou!)

domingo, 5 de setembro de 2010

Sente-te!

Sentes-te triste…
Mas sem motivos.
Memórias superiores
Seguidas de momentos inferiores…
Como que consecutivos
Murros em que não riste.

Sofres agora pelo presente
E pelo que nunca esteve presente.
Sofres agora pela tristeza de ter amigos
E pela alegria de ter inimigos.

Choras agora por não os saberes distinguir
E por teres verde em tão pouca esperança.
Porque és tão amplo e consegues rir?!
Humildade traída por tão pouca confiança.

Porque és um triste e conhecedor
E não te agarras a menos vivências?!
Porque sentes amor em forma de dor?!
Porque vives tu nessas dormências?!

De que te serve abrir o coração
A tanta gente e seres tão cego,
Se chega alguém de fechada mão
E te dá um valente murro no ego?!

Sentes falta de tanto, e de tão pouco!
Sentes falta de um futuro mouco
A tanta gente enfadonha
Com tanta maldade espetada na fronha.

Como podes sentir… Se tu nem te sentes?!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Trechos Característicos

Às vezes dá que pensar!
Bem pedi eu novas caras…
Mas sem grande vontade de as procurar,
Talvez por temer serem raras.

Por ordem do acaso, ou não,
Descobri umas bem chegadas,
Sem caminhar em alguma tentação
De relembrar umas já passadas.

Destacou-se a tua que perdurará,
Porquê não sei, talvez pelo tal fracasso…
Certeza é a que na parte esquerda ao peito ficará,
Onde mora um que é escasso!

Ideal que se toca.
Maneira de ser que me hipnotiza.
Sorriso teu que me marca
E todos os momentos maus pisa.

È bom partilhar contigo,
Melhor ainda desabafar,
Aquilo que acontece comigo
E receber força para lutar.

É bom receber do teu sorriso
A alegria de continuar a derivar,
Porque é disso que preciso:
Um empurrão sem me esquivar.

Sei que andarás sempre a meu lado!
Porque chegaste no momento certo:
Antes sentia-me super abafado
E agora vais-me soltar decerto.

Sei que és assim e não mudas!
Como muitas outras caras que mudaram
E se tornaram nas mais mudas,
Que nunca mais lembraram…

Não escrevo por trechos deduzidos
E obrigatórios para compensar
Acções tuas. São pensamentos reduzidos
A palavras que visam o teu ser caracterizar.

sexta-feira, 12 de março de 2010

E Aconteceu o Que Mais Quis

Até o dia ajudou.
Sol escaldante
Que outros dias nuvens encarou
Agora liberto por céu brilhante.

Tarde inteira respirando o mesmo ar,
A mesma maresia que soltavam
Altas ondas propícias para pescar,
Como faziam muitas pessoas que ali estavam.

Entre outras que olhavam raro dia
Sem chuva, aproveitando para laços criar,
Como eu também pretendia.
Estava tudo a favor para te amar.

Ali sentados num barracão
De olhos postos no horizonte azulado,
Íamos atirando um ou outro grão
De areia que havia a nosso lado.

Escondendo uma possível vergonha
E dando desculpas para nos agarrarmos.
Momento crucial que qualquer um sonha…
Cócegas e brincadeiras para nos abraçaremos.

Entre uma mordidela de carinho,
Para o queixo a partir do nariz,
Fiquei a meio caminho
E aconteceu o que mais quis!

06-03-2010

sábado, 27 de fevereiro de 2010

A Tempestade

Como um raio inesperado…
Como um trovão desesperado…
Chuva que cai sem destino.
Destino que chama por desatino!

Inundações de emoções
Que me afogam na certeza
De unir os nossos corações,
Venha ou não uma e outra fraqueza!

Vento forte que leva tudo…
Permaneces tu, peso pesado
Em mim, ser cego, surdo e mudo
Por tanto te contemplar sem passado.

Vens tu depois levantar o meu coração
Dos destroços causados por tanta destruição.
Vens tu depois trazer céu azul e sol forte...
E dar vida a tanta morte!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Teclado Que Secou

Ver-te do outro lado.
Sonhando em te ter a meus braços.
Coração congelado
Que vive com risos escassos.

É no brilho dos teus olhos,
Na simplicidade do teu sorriso,
Que vejo bons momentos aos molhos
E um viver conciso.

É lá que estou
Em pensamentos.
Brilhante ficou
Uma sede de mantimentos.

Campo verde de aventura.
Teclado que secou.
Voar mais alto pela antes escura
Caminhada que alastrou.

Dias que passam a fio.
Semanas que demoram.
Quero-te abraçar sem frio,
Sem pensar em momentos que foram.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Cemitério Sorridente

O quão rápido te inseriste!
Nem sei como conseguiste.
Sei! Porque és especial,
Única, simples e essencial.

Sabes?! Ele estava apertado…
Estava quase morto… abalado!
Desataste um nó cego
Que prendia o desgosto com o ego.

Vens numa época invernosa
E trazes contigo a primavera,
Que enche de flores a venenosa
Esperança que antes era mera.

Conseguiste colocar um sorriso
Num cemitério de sentimentos.
Fizeste dele um improviso
De futuros grandes momentos.

É simples amar!
È simples pensar…
Em ti agora…
Como em toda a hora!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Eu Sei Voar

Sabes voar?

Sim, sonho todos os dias!

Mas voar não é o mesmo que sonhar.

Se quisesses voar como fazias?

Não sei, mas gostava de descobrir.

Experimenta sonhar ao luar,
Numa noite de estrelas a luzir!

Ganhas asas se o fizeres?

Eu e tu já as temos,
Podes voar quando quiseres.

E podemos sonhar quando queremos?

Sabes…?! A vida é um sonho!

E quando acordaremos?

Ainda ninguém acordou, suponho.

E vamos ficar sempre a dormir?

Até cumpriremos a nossa missão.

Não sei qual é a minha, nem como a cumprir.

Cada um tem-na escrita no coração.

E como a vou ler?

Sonha… para ganhares asas e voar.

E tu sabes qual a missão que tens de fazer?

Sei! A minha missão é amar.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Campo Verde

Sinto-me crescer…
Olhando em volta inspirei!
Por tudo isto ver
Algo recuperei.

Novo campo verde que cresceu,
Num deserto de poder
Onde o sentimento desapareceu
E a força quis esquecer.

Flores que aparecerão.
Sol que enche de sabedoria
As emoções que virão
E a luta que outrora via.

Com isto cresço aprendendo…
Dando valor a momentos fracos,
Que outros bons vê ascendendo
Por aprendizagens soltas de fechados frascos.

Nada me derrota!
Nada me vence!
Nada me desvia da rota
Que a felicidade convence!

Aqui sentado roído
Por pensamentos,
Corrompido
Por todos aqueles momentos.

Escrevo trechos induzidos
Na vida que sonho levar.
Escrevo sentimentos trazidos
Por quem quero conquistar.

Agora sei que as fases transtornadoras
Servem para ganharemos músculos.
E os momentos enaltecedores
Para abafar as esmagadoras
Tristezas, levantadas por minúsculos
Obstáculos assustadores.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Tudo vai… tudo vem… nada fica!

Como correr de olhos fechados,
Desejando alcançar algo invisível.
Como recuar a momentos passados,
Onde tudo era atingível.

Tantos vulcões renovando o mundo…
Tanta lava a desfazer campos criados.
Tempo incerto e facundo,
Envelhecem-me os ponteiros afiados.

Tudo vai… tudo vem… nada fica!
Cá só os ponteiros afiam o que vai.
Fica apenas a tristeza invicta
E a força que tudo atrai.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Traição

Faz-me impressão ver um corte,
Sangrento, levando a relação à morte!
Dá-me nojo ver alguém a rir
Pensando que tem um troféu por trair.

Eu que por mentiras tanto sofri
E por me culparem disso quase morri.
Como é possível ter em mente a cara amada
E seguir em frente numa diversão mal amanhada?!

Tudo acaba em sofrimento, quando pode acabar
Em felicidade quase eterna. Porquê mentir e abafar
Tudo aquilo que é simples e trás alegria.
Porquê culparem-me de algo que nunca faria?!

É triste ver choros e abandonos sofredores.
É triste acabar com todos aqueles momentos sonhares.
Isto penetra-me tão fundo na consciência
Que chego a pensar que trair é deficiência!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Nos últimos dias, desde sempre


Por vezes sentimos ligações fortes…

Necessárias! Jurando nunca fazer cortes

E dizendo o tal “4ever”, que nos faz lutar

Contra os obstáculos que as vão transtornar.


Agora estou perante um complicado.

Não posso perder o que foi conquistado!

Sinto que tenho de lutar forte,

Para avançar o “4ever” num lixado corte.


Sinto falta das conversas, das intrigas,

Das partilhas e brigas.

Sinto falta da minha outra metade,

Porque ias fazendo parte de mim à medida que avançava na idade.


Cada um luta pelo seu futuro,

Mas o tal “4ever” nunca fica escuro.

Estas longe, mas estás sempre aqui

Porque olho-me ao espelho e vejo-te a ti.


Somos a perfeita amizade

Onde sempre existiu sinceridade.

Somos as lembranças de uma vida

Onde a partilha foi mantida.


Sempre juntos no bem e no mal

Com perspectivas entrelaçadas num ramal.

Diferentes opiniões que aceitávamos

E não foi por isso que alguma vez nos separámos.


Sabes?! Agora sim sinto o quanto preciso de ti

Quando estava mal e tu estavas aqui

Ao meu lado. Sinto falta de tudo, temos telemóvel…

Mas a presença é tudo e o coração não é móvel.


Pequenas crianças inocentes que éramos,

Grandes amizades fizemos,

E mesmo assim a juventude perdura

Numa vida que se torna cada vez mais dura.


O teu riso dava-me tanta alegria,

O teu conselho mostrava-me sempre o que eu realmente queria.

És como uma irmã, e a melhor…

Porque me conheces de cor.


E nos últimos dias da minha vida

Quero pensar que tive a palavra “4ever” conseguida.

Dizer bem alto que consegui,

Desde sempre, ter-te aqui!


4ever Diana

domingo, 27 de setembro de 2009

Vivo no Teu Mundo

Vivo num mundo,
Num mundo só meu.
E sempre me escondo
Naquele que é teu!

Vem comigo,
Não fujas para longe!
Quero estar sempre contigo
Como Deus e um monge.

Mundo pequeno, cheio de pontes,
Sei que rios convergirão,
Mesmo que não me contes,
Que grandes sentimentos virão!

Sorri para mim, sei,
Mesmo que chores,
Que te pressentirei,
No tempo que demores!

Há em ti um eu infinito,
Que nasce por tudo,
Num teu intuito
Que me deixa mudo!

Abraça-me,
Sinto-te!
Olha-me,
Adoro-te!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Medo de Magoar

Ser nulo de mágoa facunda!
Ser lotado de medo,
Onde nada me afunda…
Quando nada faz cedo!

Incapaz de dar quilómetros,
Sim escassos metros
Pensativos, contrários a lágrimas
Onde entram sentimentos em esgrimas!

È de manha no nosso amor!
Nunca chegará a escuridão
Da noite onde perdemos a cor
Do meu e teu coração.

Olho no avançar,
Nunca no retardar!
A vida é feita de desaires
Por mais barreiras que criares!

É por isso que se aprende
Sempre até morrer
E o coração nunca se rende,
Por mais que se deixe esmorecer!

O inicio de uma relação
Nunca pode ser uma interrogação!
É cedo para se pensar
Quem irá sair magoado quando acabar! Se acabar…!

Temos de viver
O presente despreocupando o futuro.
Vamos deixar acontecer
Esquecendo um futuro momento escuro.

É triste saber que nem tudo
É para sempre, por mais forte que seja o escudo.
Coisas boas e ruins passam,
Algumas para a eternidade ficam!

Outras vão e voltam
Outras não voltam mais.
Quando as pessoas se amam
Nenhum risco é demais…!

Cada um sabe o que é melhor para si
Nunca ninguém vai decidir por ti.
Nunca se sabe se um dia ao acordar
Não é ao lado daquela pessoa que se quer estar.

Nesse dia sinceridade acima de tudo,
Os sentimentos não se podem esconder
Para o coração não se tornar mudo,
O outro vai de certeza entender.

Nesta vida tudo passa,
Se for o caso,
Quando o amor não se escassa
É necessário espaço.

A vida faz-se vivendo,
Não momentos passados esquecendo.
Porque o sofrimento não reina
Quando a felicidade não pena.

A pressa é inimiga da perfeição.
Medos fazem parte do paraíso
E os sentimentos com eles sempre aprenderão,
Num pior momento a dar um sorriso!

Já deu certo, já te conheci.
E por te ter conhecido
Já valeu a pena ter sofrido
Tudo o que sofri.

Momento Profundo

Porquê?! Perguntas tu a cantar!
Porque te adoro demais
Respondo eu para ti a olhar,
Implorando não sofrer nunca mais.

É lindo estar contigo.
Tu a cantar e eu a escrever.
Um sonho embate comigo,
Ao saber que nunca te vou esquecer.

Não me canso de te pormenorizar
Tentando nos teus sentimentos me esquivar.
És um sonho cada vez mais real
Num amor que promete ser especial.

A tua presença alimenta o meu coração…
Acendes-te a luz quando havia escuridão,
E iluminaste-me o caminho penoso
Onde sonhar amor era perigoso!

Preciso de ti para ser eu
E mostrar o que o coração nunca esqueceu:
Amor escondido, encontrado ao meu lado agora
Onde espero estar a toda a hora…

domingo, 20 de setembro de 2009

Prisioneiro de Ti

Devolveste-me a liberdade
Com algemas de felicidade.
Raptaste-me o coração
Sem deitar uma única lágrima em vão!

Preso ao teu olhar
Que para sempre vou amar,
Sem fuga possível
Deste amor indestrutível!

Nunca vou desistir
Nem de ti fugir!
Quero ficar a ti preso
Esquecendo todo o passado desprezo!

Mostraste-me como sorrir,
Como um amor emergir.
Retiraste-me a tristeza
Que me impunha fraqueza!

Começou uma nova era
Que por um par desespera,
Sem pressa da junção
Que fortifica a prisão!

Prisão que me libertou
De tudo o que me atormentou,
Que me devolveu esperanças
De no futuro ter boas lembranças!

És as grades, as algemas
E a felicidade que me dão as mesmas!
És o meu coração, os meus pensamentos
E quem me dá os melhores momentos!

Nunca ninguém me irá libertar
Nem com esta dupla felicidade acabar.
Porque eu sou lutador
E é esta a prisão do meu amor!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Nó de Braços

Entrelaçados em teus
Sentimentos meus.
Transferência de energia
Que o teu carinho contagia.
Energia positiva
Que a tua presença cativa.
Quero ficar assim eternamente
Sentido o meu e teu coração
Batendo fortemente.
Não é uma ilusão,
Ter-te em meus olhos,
Em meus braços.
Braços de molhos
Que esperam por breves laços.

Não desates este nó,
Quero ficar a ti preso
Pousando todo o pó
Que antes era desprezo.
É tão bom estar assim
Sentindo a tua emoção em mim.
Sentido da vida,
Criado por uma querida
Que nunca passou despercebida.
Momento emocionante…
Instante apaixonante…
Que nunca quero ver distante.
Um de muitos, que foram, que virão…
Teus… para sempre no meu coração!